24 fevereiro 2011

C R I A T I V I D A D E

"De uns tempos pra cá, os grandes estrategistas de mercado passaram a afirmar que tudo que é escasso, como a criatividade, será super valorizado neste milênio".

Muito se tem falado sobre criatividade. Há quem a associe a originalidade, capacidade empreendedora, liderança, inteligência, a sensibilidade incomum ou talento artístico. De modo geral, porém, pressupõe-se que a expressão criativa seja uma característica individual e imutável: ou se tem ou não se tem.

Este é mais um dos equívocos do senso comum. Todos nascemos com um potencial criador e a criatividade é algo que se DESENVOLVE em cada ser humano, a partir de um ambiente que propicie isso. Criar, do latim "criare" significa dar existência, fazer brotar. É criando que um ser humano dá sentido à sua vida, se renova, se atualiza e mantém o permanente fluxo que conduz e modifica a História através dos tempos. Portanto, criar é fundamental para manter a própria continuidade da vida.

Mas, se criamos o tempo todo, como pode a criatividade ser algo que nos demanda contínua atenção e desenvolvimento? Ou melhor: o que, afinal estamos criando? Para que e para onde estamos criando?

Ao longo destes trinta anos de experiência com grupos, observo que na maioria das vezes criamos para manter as coisas exatamente como estão. Para manter nossa sensação de permanência, de segurança, de previsibilidade. E embora acostumados a conviver com as incertezas e necessidades do dia a dia, nos assustamos e rejeitamos o inesperado, quando este bate a nossa porta. Queremos eliminar o sofrimento, mas sem mexer no que o causa.

Porém, neste mundo cheio de contradições e em constante mudança, o novo brota sem parar. Para lidar com o paradoxo de nos sentirmos seguros e enfrentar o inesperado, forjamos estratégias que parecem mudanças, mas que são na verdade ajustes, formas diferentes de se repetir a mesma coisa. Finalmente, isto acaba nos levando a mais confusão, sofrimento e frustração.

A criatividade se desenvolve quando RECONHECEMOS esses modos de repetição. Quando tomamos consciência da FORMA como estes padrões se expressam em cada um de nós e os aceitamos. Só assim podemos abrir mão deles, só assim podemos abraçar o novo sem nos sentirmos ameaçados, só assim podemos nos tornar aptos a criar novas realidades com o que temos e fazê-las significativas. Só assim podemos viver uma vida que vale a pena ser vivida.

A metodologia criada para os grupos "Sou mais do que Pareço" tem como objetivo desenvolver a criatividade, por meio da dissolução dos modos de pensar, sentir e agir automáticos de seus participantes. Temos como prioridade competências fundamentais do ser humano e uma permanente atenção a como cada um vive e desenvolve melhor essas competências.

Penso que é daí que vem o sucesso deste trabalho: a mudança do funcionário é visível e o resultado  lucrativo para todos, para ele mesmo, seus familiares, colegas e para a Organização.

Marcia Campbell Stocler
Diretora dos grupos

01 fevereiro 2011


O Brasil começa a se preparar para a mudança ortográfica que, além do trema, acaba com os acentos de vôo, lêem, heróico e muitos outros. A nova ortografia também altera as regras do hífen e incorpora ao alfabeto as letras k, w e y. As alterações foram discutidas entre os oito países que usam a língua portuguesa --uma população estimada hoje em 230 milhões-- e têm como objetivo aproximar essas culturas.
É pela sala de aula que a mudança deve mesmo começar, afirma o embaixador Lauro Moreira, representante brasileiro na CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa). "Não tenho dúvida de que, quando a nova ortografia chegar às escolas, toda a sociedade se adequará. Levará um tempo para que as pessoas se acostumem com a nova grafia, como ocorreu com a reforma ortográfica de 1971, mas ela entrará em vigor aos poucos."
A nova ortografia deveria começar, também, nos outros cinco países que falam português (Portugal, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor Leste). Mas eles ainda não ratificaram o acordo.

Texto tirado do site - http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u321371.shtml

A inclusão digital

A inclusão digital significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia. A expressão nasceu do termo “digital divide”, que em inglês significa algo como “divisória digital”. Hoje, a depender do contexto, é comum ler expressões similares como democratização da informação, universalização da tecnologia e outras variantes parecidas e politicamente corretas.
Em termos concretos, incluir digitalmente não é apenas “alfabetizar” a pessoa em informática, mas também melhorar os quadros sociais a partir do manuseio dos computadores. Como fazer isso? Não apenas ensinando o bê–á–bá do informatiquês, mas mostrando como ela pode ganhar dinheiro e melhorar de vida com ajuda daquele monstrengo de bits e bytes que de vez em quando trava.

Perfil do novo líder
- O novo líder deve, em primeiro lugar, conhecer profundamente a essência de seu próprio ser (autoconhecimento). Para tanto, deve fazer uma introspecção pelos caminhos do eu, observando e analisando seus próprios sentimentos, reconhecendo seus vícios e suas virtudes, fazendo uma relação entre seus pensamentos, sentimentos e ações. Somente conhecendo e dominando a si próprio, pode um homem ser capaz de liderar com êxito;
- Capacitar-se a identificar, rotular e dirigir seus sentimentos controlando e reprimindo as emoções negativas e a tensão, ao mesmo tempo em que trabalha a sua psique, para a ampliação de sentimentos que constroem.
- Aprender a lidar com seus sentimentos para se tornar capaz de compreender os sentimentos dos outros e inserir na perspectiva de cada um. Para isso, o líder deve desenvolver a capacidade de se colocar no lugar do outro e compreender como esse outro se sente com relação aos demais. Isso se faz mediante o desenvolvimento de uma intuição racional, construída a partir da observação das reações emocionais dos outros; na observação de padrões de comportamentos de pessoas e grupos; na interpretação de indícios sociais característicos de cada um e entendendo como aplicar os mecanismos de influência pessoal e social para delinear comportamentos e ações dos liderados;
- Buscar a excelência em todos os aspectos de sua vida, principalmente naqueles relacionados à sua área de atuação;
- Demonstrar na prática a disposição para fazer sacrifícios pessoais significativos pelo bem comum;
- Elaborar um plano de ação e apresentá-lo ao grupo como algo em construção, inacabado; demonstrando disposição em aceitar opiniões e idéias para aprimorá-lo;
- Em todas as questões de interesse coletivo, pergunte ao grupo o que é ideal para a solução dos problemas e apresente, em contrapartida, o que é possível no momento, deixando a perspectiva de, com a ação responsável de todos, melhorar sempre para alcançar tal meta;
- Comprometer-se com os outros, com as diferenças pessoais e com os valores éticos e morais;
- Incutir na ideologia do grupo que os esforços pessoais são pré-requisitos para o crescimento em todas as áreas: familiar, profissional e social, demonstrando, se possível, através da citação de exemplos, que nada de grande se constrói de repente;
- Ter bom conhecimento de mundo e profundo conhecimento das áreas afins ao círculo de ação vinculado ao seu projeto, empreendimento ou meta;
- Desenvolver a capacidade de motivar as pessoas não só pela emoção, mas também pelo exemplo;
- Apresentar seus propósitos, projetos ou metas de maneira clara e definida, em uma linguagem objetiva, ao alcance de todos;
- Reforçar seu grande empenho e seu fiel compromisso ao que diz e ao que faz, proporcionando um impacto positivo nas pessoas. Dessa forma; os seus liderados se identificam com a sua proposta, passando a internalizar as suas idéias;
- Planejar, de antemão, suas ações para que possa perseverar em suas decisões de tal forma que inspire confiança e motivação no grupo;
- Manifestar e encorajar nos membros do grupo o desejo de auxiliar no desenvolvimento do projeto, vinculando o mesmo ao desenvolvimento pessoal e coletivo. Isso se faz reforçando a idéia de que o crescimento e o fortalecimento de cada um será essencial para o sucesso do projeto e vice-versa;
- Celebrar e reforçar a necessidade da harmonia da equipe, convocando a todos para permanecerem com espírito de alegria, solidariedade, dignidade, reforçando a importância da união para o sucesso de cada um, do grupo e em conseqüência, do projeto em andamento.



Texto extraído do site : http://www.acasadoaprendiz.com.br/seja_um_lider.html